sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Afinal, o que é pequeno mal?

Definição:
Distúrbio do cérebro que envolve uma perturbação temporária no funcionamento cerebral, causado por uma atividade elétrica anormal nas células nervosas cerebrais e que se caracteriza por uma perda abrupta e de pouca duração, da atividade consciente.
Causas, incidência e fatores de risco:
As convulsões do tipo pequeno mal têm uma incidência de 2 em cada 1.000 indivíduos. São mais comuns em pessoas com menos de 20 anos, geralmente em crianças entre os 6 e os 12 anos de idade. Elas podem ocorrer em combinação com outros tipos de convulsões.
As crises típicas do pequeno mal duram somente uns poucos segundos, com recuperação total e sem confusão mental. Elas se manifestam por meio de episódios de fixação do olhar, ou de "crises de ausência", durante as quais ocorre uma interrupção da atividade ou do que a criança estiver falando. É possível que a criança pare de falar no meio de uma frase, ou que pare de caminhar. Após um ou alguns segundos, a linguagem ou a atividade se normaliza. Se durante um destes episódios a criança estiver de pé ou caminhando, é raro que ela venha a cair no chão.
As "crises" podem ter freqüências variadas ou ser muito freqüentes, ocorrendo repetidas vezes numa mesma hora. Estes ataques podem interferir com o desempenho escolar e com a aprendizagem. Os professores podem interpretar esses ataques como necessidade de atenção, ou outro tipo de mau comportamento.
As crises atípicas do pequeno mal começam de forma mais lenta, duram mais, e a atividade muscular pode estar mais evidente do que nas crises típicas do pequeno mal. Em geral, a pessoa não se lembra da convulsão. Uma pessoa pode experimentar até centenas de convulsões em um só dia. Elas também podem ocorrer em espaços de semanas ou meses antes que sejam perceptíveis, já que os sintomas ocorrem de forma mais comum durante os períodos de descanso que nos períodos de atividade.
A transmissão da informação, de uma célula nervosa até a outra, ocorre mediante a um processo eletroquímico. Esse processo pode ser detectado como uma atividade elétrica, por meio de um eletroencefalograma (EEG). Os padrões anormais de atividade elétrica estão associados com as convulsões. As crises do pequeno mal geralmente apresentam um aspecto muito característico no EEG. Em geral não se encontra nenhuma causa para as crises típicas do pequeno mal. Normalmente não se descobrem distúrbios neurológicos ou qualquer outro distúrbio.
As crises atípicas podem, ou não, estar associadas a outros distúrbios neurológicos. As causas podem ser do tipo não identificáveis, identificáveis como anormalidades cerebrais congênitas, complicações de doença hepática ou renal, lesões cerebrais causadas por trauma, ou complicações ocorridas no momento do nascimento.

Fonte: Enciclopédia Ilustrada da Saúde


19 comentários:

  1. Prezada Sá,
    Bom Dia!

    Meu nome é Diego Sanches e sou de SP - Capital - Freguesia do Ó.

    Primeiramente, agradeço pela matéria ora postada, pois há poucas notícias sobre "o pq. mal".

    Gostaria de saber se o objetivo da presente postagem tem caráter apenas informativo ou se há alguém próximo que sofre com essa doença.

    Pois há a suspeita que minha sobrinha de 1 ano e 4 meses tenha essa doença. Se há alguém próximo que possua, fica a seguinte pergunta a pessoa para de respirar ou ao menos demonstra que parou de respirar??

    Fico no aguardo, e segue meu e-mail: diego@paulistaimoveis.com.br

    Obrigado

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    1. Olha eu tenho essa doença descobri ontem, já tinha tido muitas crises mas meu irmão é meu pai achavam que rj queria só chamar atenção,até ontem quando derramei água fervendo na minha perna e tive queimadura de segundo grau, fui ao médico e ele disse que eu tenho isso fiquei feliz por saber que essas doença e tratável, respondendo sua pergunta para mim eu nunca parei pra prestar atenção se eu parava de respirar, mas acho q sim, quando isso acontece eu meio q não lembro de nada nos últimos segundo eu fico inconsciente e quando eu "volto" desse transe meu coração dispara,mas escrevendo isso me lembrei que eu umas das piores vezes quando eu voltei eu ouvi meu próprio baralho de como se vc estivesse debaixo de uma piscina e subisse foi o mesmo som de recuperação de fôlego

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  2. Olá Sá.
    Você sabe me dizer se apenas crianças sofrem do pqn mal ?
    Pois eu tenho 21 anos e estou com todos os sintomas descritos, no começo eles não tinha muita frequencia,mais dos ultimos meses pra cá,estão se tornando constantes,chegando até a aparecer varias vezes ao dia.Gostaria muito que vc me respondesse.
    Irei deixar meu e-mail caso vc possa conversar.
    bruna_tuani@hotmail.com.
    Um beijo

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    1. Prezada Bruna,

      Cada caso é um caso, provavelmente. Meus sintomas surgiram aos 22 anos de idade, fui a diversos neurologistas e fiz os exames de praxe: eletroencefalograma, tomografia computadorizada e ressonância magnética e me enchi de anti-convulsivos receitados por tais neurologistas SEM QUE DEIXASSE DE APRESENTAR ATÉ HOJE TAIS "AUSÊNCIAS".
      As mesmas não acontecem em meu ambiente de trabalho ou social - UFA! - mas em casa, quando meu cérebro não está ocupado com alguma atividade como me concentrar em música; TV, livro, computador ou qualquer outra atividade que exiga alguma concentração lá estou eu "ausente" por poucos segundos - após tais segundos a vida segue normal...
      Apesar da idade, moro com meus pais - vida mansa :-) - e só me preocupa a preocupação deles POIS LÁ SE VÃO MAIS DE 20 ANOS e por mim "entregava para Deus" - já li em diversas revistas e blogs de medicina que tais remédios anti-convulsivos são um "veneno" (principalmente para o fígado) e não saberia dizer o que seria pior: estar "ausente" DENTRO DE CASA" por alguns segundos ou "me envenenando".
      MAS... repito: cada caso é um caso. Procure um médico DE CONFIANÇA (muitos mesmo sabendo que não vai resolver lhe enchem de remédios e consultas para "faturar mais um"); faça os exames citados, certifique-se de que não sofres de nenhum mal crônico neurológico e de que tais "ausências" não vão lhe prejudicar ou constranger em seu trabalho ou em sua vida social e aí sim resolva por si: arrisque "ausência" QUASE zero, exames periódicos REGULARES para controlar os efeitos colaterais dos respectivos remédios OU... aprenda a conviver com o "seu" ou o "nosso" PEQUENO MAL.
      EU ? Já acostumei. Se é bom ou ruim não sei. ESCOLHI "viajar" por alguns segundos AO INVÉS de me encher de remédio aqui, exame acolá...

      CUIDE-SE.

      Abraços.

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    2. olá pessoal eu nasci com isso já sarei e hoje tenho 32 anos i não tenho mais estou curada

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  3. Prezada Sa,

    Após uma convulsão causada por baixa taxa de açúcar no sangue devido a "excesso de bebida e pouca comida" aos 22 anos de idade passei a ter os sintomas do "pequeno mal" descritos acima. NO COMEÇO insisti - devido aos meus pais - com diversos neurologistas para descobrir o por quê e uma cura. Dá-lhe anti-convulsivos! ... e nada. Sendo que o último e mais honesto (confere ?) neurologista após diversos exames como eletroencefalograma, tomografia e ressonância NÃO VISLUMBRANDO QUALQUER ANORMALIDADE NOS MESMOS afirmou que eu "teria de conviver com o tal "pequeno mal" controlando-o com anti-convulsivos a acompanhamentos de exames de sangue para controlar as contra-indicações, principalmente as hepáticas.
    Estou com 42 anos e não deixei de apresentar os sintomas QUE NÃO ME PREJUDICAM NO TRABALHO OU EM MINHA VIDA SOCIAL, isto é, quando o cérebro "está ocupado". Em casa, relaxado, regularmente "me ausento" por curtos espaços de tempo - 5 a 10 segundos - quando não estou "ocupado" ouvindo uma música, vendo TV, lendo um livro ou no computador (99% das vezes estou almoçando ou jantando ou tirando uma "cesta" após tais "atividades"). MAS... meus pais até hoje preocupam-se - o fato de minha avó paterna ter sofrido de epilepsia crônica seria uma agravante para tal preocupação.
    Repito que tirando o fato de "apenas" me "ausentar" em meu ambiente caseiro, não ocorrendo em meu trabalho (lido com público e demais colegas) e durante todos estes anos DEVO ME PREOCUPAR OU APENAS "RELAXAR E GOZAR"?
    Agradeço e desejo sorte e sucesso.
    Abraços do PRESENTE André.

    PS: segue meu e-mail caso tenhas algo a me dizer para me tranquilizar ou me preocupar: "deco.vargas@hotmail.com".

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  4. OI MEU NOME E MARLUCE TENHO UMA FILHA DE 21 ANOS QUE COMEÇOU APRESENTAR ESSE PEQUENO MAL AOS 16 ANOS,ELA TEM CRISE VARIAS VEZES AO DIA DORMINDO,TOMANDO BANHO NA HORA DA REFEIÇÃO TEM 3 MESES ELA COMEÇOU A FAZER UM TRATAMENTO COM REMÉDIO HOMEOPÁTICO TEM TIDO MENAS CRISES SÓ ACONTECE MAIS GUANDO LEVA SUSTO SE ALTERA A VOZ COM ELA BRINCADEIRA QUE A CHATEIA OU CONVERSAR E MEXE COM EMOCIONAL DELA ELA TRABALHA FORA VIVE UMA VIDA NORMAL MAIS TENHO MUITAS DUVIDAS,ELA NO MOMENTO DA CRISE SE ESTIVER PERTO DE MIM ELA ME ABRAÇA,SE ELA ESTIVER NO QUARTO EU NA SALA ELA CHAMA MÃE SÃO COMPORTAMENTOS VARIADOS FICO LENDO COMENTÁRIOS SOBRE A DOENÇA MAIS GOSTARIA DE SABER PODE SER EMOCIONAL E NORMAL ELA SAIR DE UM LUGAR E IR PARA OUTRO ELA FALA QUE LEMBRA DE TUDO QUE ACONTECE EM VOLTA DELA PEÇO A AJUDA OBRIGADA MARLUCE BARROS

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  5. Eu tenho 20 anos, não sei o que tenho fiz uns exames de coração,cabeça, quase todo e não deu nada mais,quando eu tenho muita raiva ou asiedade desmaio já cheguei a urinar,não lembro direito o que aconteceu e pq,só depois de uns 5 minutos meu corpo fica rigido,mais não treme,não fico com o rosto azul,mais demoro uns 5 a 6 minutos para voltar.
    O que eu posso ter??? esta entre uma crise e outra caracteristicas de uma e de outra não consigo entender.

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  6. Meu nome é Ericka por favor me responde se poder,
    Eu tenho 20 anos, não sei o que tenho fiz uns exames de coração,cabeça, quase todo e não deu nada mais,quando eu tenho muita raiva ou asiedade desmaio já cheguei a urinar,não lembro direito o que aconteceu e pq,só depois de uns 5 minutos meu corpo fica rigido,mais não treme,não fico com o rosto azul,mais demoro uns 5 a 6 minutos para voltar.
    O que eu posso ter??? esta entre uma crise e outra caracteristicas de uma e de outra não consigo entender. meu email ericka.gatinha611@hotmail.com

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  7. BOA TARDE A TODAS E TODOS...
    MEU NOME É JUDITE E PELO QUE SEI DE MINHA HISTÓRIA, TIVE DUAS CONVUSÕES QUANDO BB, UMA COM 3 ANOS E OUTRA COM 5 ANOS. DESDE ENTÃO TOMO ANTI CONVUSIVOS E JÁ PASSEI POR DOIS MÉDICOS ATÉ CHEGAR A ESSA MÉDICA QUE ME TRATA DESDE OS 8 ANOS DE IDADE... AS CRISES SEMPRE OCORREM, NÃO TEM MOMENTO CERTO NEM TÃO POUCO LUGAR...
    HOJE SOU ADULTA SOU FORMADA EM PEDAGOGIA, JÁ FIZ PÓS GRADUAÇÃO MAS AS CRISES NÃO ACABARAM, NA VERDADE GOSTARIA DE CONHECER PESSOAS QUE CONVIVE COM ISSO COMO EU... BEIJOS A TODOS...

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  8. Gente estou em tratamento atual com meu Neurologista com uma medicação controlada e está dando certo. Conheço bem essa doença, eu e minha família convivemos com ela durante todo 1 ano de crises, algumas graves, mas nunca perdemos a fé e quando fomos ao médico ele matou a charada e conseguiu 'me curar'. O tratamento, comigo, durará 5 anos (restam mais 3 anos de tratamento).
    Então gostaria de ajudar aqueles que tem qualquer dúvida ou até mesmo aqueles que quiserem conversar com alguém sobre essa doença:

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    1. Olá..
      gostaria do nome do seu neurologolista, e se possivel o contato dele.

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  9. Minha mãe sofreu com essa doença durante anos, que desapareceu durante um longo período e chegamos a pensar que ela havia se curado. Infelizmente , hoje aos 75 anos ela está tendo esses momentos de ausência que simplesmente não escolhe lugar para ataca-la e que nos deixa extremamente preocupados pois apesar de sua idade ela trabalha como voluntária em vários lugares, tem uma vida saudável , pratica atividades físicas duas vezes por semana e cuida de sua casa e marido sozinha. Não tem nenhum tipo de doença típica de sua idade, dessa forma fica difícil medica-la e ainda correr o risco de deixa-la sedentária>

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  10. Oi sou patricia santiago. Meu neto vem com tds os sintomas. No começo pensamos ser brincadeira, mas a 6meses ele vem ficando cd vez pior. Ele tem 5anos . Ele viu muitas vezes o pai dele bater em minha filha, isso pide ter causado isso pewueno mal de ausência?

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  11. Este comentário foi removido pelo autor.

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  12. Oi meu nome e Ronaldo e meu irmão sofre do pequeno mal des dos onze anos ele comesou a sentir quado ele tomou uma dose alta de dipirona remedio para febre ele teve convulsoes e foi para o medico que fes e insames o medico dese que ele nao teria nenhum trauma so que agora aos 25 anos ele ta tendo convulsoes ele ja teve 4 veses em dois messes que tipo de tratameto ele tem que fazer para deminuir as crises?

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  13. Olá! Gostaria de saber se desperta durante o sono deglutindo e um pequeno mal?

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  14. Olá. Tenho esses problemas de pequeno mal. Tenho 28 anos e tomo dois medicamentos para controlar isso. Queria saber se tem cura ou se com o tempo some.

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